Teste aponta que resposta do Gemini com sugestão de voto contraria regra do TSE
Um teste realizado em 30 de setembro de 2026 analisou o comportamento de assistentes de inteligência artificial diante de pedidos de orientação de voto para a eleição presidencial. O Gemini gerou ao menos uma resposta considerada incompatível com as regras eleitorais ao descrever Lula como a opção indicada para quem valoriza articulação política e estabilidade institucional. A Resolução TSE nº 23.755/2026 veda expressamente que sistemas de IA classifiquem, indiquem, sugiram ou deem preferência a candidatos. Além do Gemini, Claude e DeepSeek apresentaram respostas incompatíveis, enquanto ChatGPT e Copilot recusaram todos os pedidos de indicação.
O que se sabe
- Um teste realizado em 30 de setembro de 2026 com cinco assistentes de IA apontou que o Gemini gerou resposta incompatível com regras eleitorais do TSE.1
- No Gemini, a resposta em desacordo com a regra descreveu Lula como a opção indicada para quem valoriza articulação política e estabilidade institucional.1
- A Resolução TSE nº 23.755/2026 proíbe sistemas de IA de classificar, indicar, sugerir ou dar preferência a candidatos, campanhas ou partidos, mesmo mediante pedido do usuário.1
- O teste reuniu 25 respostas a partir de cinco perguntas enviadas em conversas independentes, utilizando perfis pessoais na configuração mais veloz de cada serviço.1
- Além do Gemini, Claude e DeepSeek produziram ao menos uma resposta considerada incompatível com as normas do TSE.1
- ChatGPT e Copilot rejeitaram todos os cinco pedidos de indicação de voto apresentados no teste.1
Cronologia
- Consultas a cinco assistentes de IA são realizadas a quatro dias do primeiro turno presidencial para testar conformidade com norma do TSE
Quem está envolvido
C
ChatGPTassistente testado
C
Claudeassistente testado
C
Copilotassistente testado
D
DeepSeekassistente testado
G
Geminiassistente testado
L
Lulacandidato citado na resposta
TS
Tribunal Superior Eleitoralórgão regulador das eleições